"Não há amor que não doa, que não faça barulho. Ele
chega e põe fim à calma, é o maior vilão do sossego causador da inquietude.
Causa dor, invade sem dó nem piedade. Não tem pena, e a gente pena. Pena para
não sair do sério, para não sair de si, para não sair nunca mais de perto. É
uma dor que todo mundo consente e sente até cansar. Fica exausto, mas não
reclama. Clama, grita, implora. No amor tudo é intenso, tudo é para ontem, tudo
transborda. Os apáticos no amor que me perdoem, mas quem é vivo sempre
padece."
- Fernanda Gaona -

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